Essa pequena história que
inicia este artigo ilustra o
sentido da criatividade que
busca sair desta “panela de
pressão” que é a vida.
Este depoimento, não sei se
foi baseado em um fato real
ou é mera ficção. Diz o
personagem: “Certo dia
quando voltava do trabalho
depois de um dia daqueles,
notei que havia pessoas
assaltando minha casa.
Imediatamente liguei para a
polícia e me disseram que
não havia nenhuma viatura
por perto para ajudar
naquele momento, e que iriam
enviar assim que fosse
possível.
Desliguei o celular e um
minuto depois liguei de
novo: Olá, disse eu: Eu
liguei há pouco porque havia
pessoas roubando minha casa.
Não é preciso chegar tão
depressa, porque eu matei
todos eles.
Em alguns minutos, chegavam
à minha porta meia dúzia de
carros da polícia,
helicóptero e uma
ambulância. Eles pegaram os
ladrões em flagrante.
Um dos policiais disse: -
Pensei que tivesse dito que
tinha matado todos. Eu
respondi: - Pensei que
tivessem dito que não havia
ninguém disponível".
É impressionante os
resultados que atingimos
quando exercemos a
criatividade com calma e a
probabilidade de uma melhor
solução é impressionante.
A solução de muitos
problemas está dentro de nós
mesmos e podemos fazer a
diferença com essa atitude.
É plantar em solo fértil!
É preciso clareza de
pensamentos para entender
coisas simples como o
presente que foi criado no
passado enquanto ele era
futuro. Parece meio louco,
mas é assim mesmo!
Talvez você não saiba, mas é
de pelo menos 99% a
possibilidade de que o seu
cérebro tenha ficado
confinado a uma prisão de
“não criatividade” desde que
você começou a freqüentar a
escola até o momento que lê
estas palavras. Soltar as
amarras é o primeiro passo!
Se você pertence aos mais de
99% da população mundial
mencionada é assim que você
toma nota das coisas: usa
palavras que formaram
sentenças e faz uma lista de
coisas e talvez use números
e letras para organizar
pensamentos e daí anota a
ordem de prioridade, depois
escreve em linhas retas e
usa caneta azul ou preta ou
ainda lápis para registrar
os conteúdos.
Como o seu cérebro se sente
com relação a isso? Para o
cérebro, azul, preto ou
cinza é uma única cor e isto
se chama: mono chroma. Para
o seu cérebro, portanto, uma
única cor azul, preta ou
cinza é um mono, isto é,
único tom de informação. Que
palavras obtêm ao reunir os
conceitos de “mono” e de
“tom”? A palavra é:
monótona. E se uma coisa é
monótona nós a descrevemos
como algo tedioso, chato,
sem luz, sem cor, sem
brilho, enfim sem graça. E
quando alguém é “sem graça”,
não tem sabor, sai de
sintonia, desliga, apaga,
adormece...
A criatividade é como a
motivação do ser humano,
precisa de cor, de vida. Uma
vida sem cor é como um dia
sem sol.
Pense nisso, um forte abraço
e esteja com Deus!
Gilclér Regina é Consultor, Escritor e Palestrante no Brasil e exterior. autor de livros e CD's que já atingiram a marca de 4 milhões de unidades comercializadas. Realiza mais de 100 palestras por ano em Convenções de Empresas. Tem formação em Dinâmica Humana pelo The National Value Center- Texas-EUA, em TQM pelo ASQC American Society for Quality Control-Winsconsin-EUA curso de Desenvolvimento e Gestão Humana pelo The Graves Technology. É presidente da empresa CEAG Desenvolvimento de Talentos e Editora Ltda. É também articulista de aproximadamente 300 revistas, jornais e sites. Uma pessoa de origem humilde que tornou-se um dos Conferencistas mais procurados para os eventos e convenções no Brasil. Site: www.ceag.com.br

