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Criatividade: Solte as amarras

Por Gilclér Regina

28/05/2006

 

Essa pequena história que inicia este artigo ilustra o sentido da criatividade que busca sair desta “panela de pressão” que é a vida.
Este depoimento, não sei se foi baseado em um fato real ou é mera ficção. Diz o personagem: “Certo dia quando voltava do trabalho depois de um dia daqueles, notei que havia pessoas assaltando minha casa.
Imediatamente liguei para a polícia e me disseram que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar naquele momento, e que iriam enviar assim que fosse possível.
Desliguei o celular e um minuto depois liguei de novo: Olá, disse eu: Eu liguei há pouco porque havia pessoas roubando minha casa. Não é preciso chegar tão depressa, porque eu matei todos eles.
Em alguns minutos, chegavam à minha porta meia dúzia de carros da polícia, helicóptero e uma ambulância. Eles pegaram os ladrões em flagrante.
Um dos policiais disse: - Pensei que tivesse dito que tinha matado todos. Eu respondi: - Pensei que tivessem dito que não havia ninguém disponível".
É impressionante os resultados que atingimos quando exercemos a criatividade com calma e a probabilidade de uma melhor solução é impressionante.
A solução de muitos problemas está dentro de nós mesmos e podemos fazer a diferença com essa atitude. É plantar em solo fértil!
É preciso clareza de pensamentos para entender coisas simples como o presente que foi criado no passado enquanto ele era futuro. Parece meio louco, mas é assim mesmo!
Talvez você não saiba, mas é de pelo menos 99% a possibilidade de que o seu cérebro tenha ficado confinado a uma prisão de “não criatividade” desde que você começou a freqüentar a escola até o momento que lê estas palavras. Soltar as amarras é o primeiro passo!
Se você pertence aos mais de 99% da população mundial mencionada é assim que você toma nota das coisas: usa palavras que formaram sentenças e faz uma lista de coisas e talvez use números e letras para organizar pensamentos e daí anota a ordem de prioridade, depois escreve em linhas retas e usa caneta azul ou preta ou ainda lápis para registrar os conteúdos.
Como o seu cérebro se sente com relação a isso? Para o cérebro, azul, preto ou cinza é uma única cor e isto se chama: mono chroma. Para o seu cérebro, portanto, uma única cor azul, preta ou cinza é um mono, isto é, único tom de informação. Que palavras obtêm ao reunir os conceitos de “mono” e de “tom”? A palavra é: monótona. E se uma coisa é monótona nós a descrevemos como algo tedioso, chato, sem luz, sem cor, sem brilho, enfim sem graça. E quando alguém é “sem graça”, não tem sabor, sai de sintonia, desliga, apaga, adormece...
A criatividade é como a motivação do ser humano, precisa de cor, de vida. Uma vida sem cor é como um dia sem sol.
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
 

Gilclér Regina é Consultor, Escritor e Palestrante no Brasil e exterior. autor de livros e CD's que já atingiram a marca de 4 milhões de unidades comercializadas. Realiza mais de 100 palestras por ano em Convenções de Empresas. Tem formação em Dinâmica Humana pelo The National Value Center- Texas-EUA, em TQM pelo ASQC American Society for Quality Control-Winsconsin-EUA curso de Desenvolvimento e Gestão Humana pelo The Graves Technology. É presidente da empresa CEAG Desenvolvimento de Talentos e Editora Ltda. É também articulista de aproximadamente 300 revistas, jornais e sites. Uma pessoa de origem humilde que tornou-se um dos Conferencistas mais procurados para os eventos e convenções no Brasil. Site: www.ceag.com.br