Home Artigos de Marketing Artigos Administração Artigos de Psicologia Artigos de Logística Busca Colunistas Consultores Cursos Dicionário Marketing Dicionário Logística Dicionário Propaganda Dinâmicas Especial Maslow Fale Conosco Frases Links Livros Palestrantes Política de Privacidade Sinopses de Livros Vídeos de Marketing

 

 

 

Processo de Mudança

Por Maria Rita Gramigna

23/04/2007


.
Facilitar processos de mudança é o grande desafio no século que se inicia.

Mais do que nunca, o momento exige uma prestação de serviços com qualidade  e  efetividade. A urgência de resultados torna-se uma questão de sobrevivência no mercado.

As lideranças têm um papel de destaque no cenário atual. Delas é exigido o comprometimento com  resultados  e o uso de competências para resolver problemas antigos dentro de abordagens diversificadas e eficazes.

Desenvolver pessoas e promover mudanças  é um processo que ocorre em fases, a saber: 

1ª - PERCEPÇÃO DA NECESSIDADE:

Devido aos vários canais de informação disponíveis que variam desde obras científicas publicadas à internet, esta fase é facilmente  superável e demanda um curto espaço de tempo. Constitui o  primeiro passo no processo.

É aquele  momento onde a pessoa toma conhecimento de fatos, dados, conceitos e informações técnicas que ajudam a identificar  necessidades de mudanças e melhorias. 

2ª - O QUERER:

A segunda etapa passa pelo nível emocional e é uma questão atitudinal.  As dificuldades e o tempo para seu  processamento são  mais prolongados. Dependerá da forma como  cada pessoa se posiciona frente ao quadro diagnosticado anteriormente e  de seu nível de sensibilidade para a questão.

Características pessoais tais como autoconfiança, flexibilidade, iniciativa, motivação empreendedora e visão  de futuro atuam como elementos facilitadores da atitude do     QUERER. Ao contrário, a insegurança, o medo, a acomodação e  a visão limitada podem predispor a uma atitude de manutenção do "status-quo". Afinal, permanecer na rotina é menos  ameaçador do que arriscar a sair do círculo de influências pessoal. 

3ª - PLANEJAMENTO DO FAZER

O novo degrau só é transposto quando está presente a  busca de caminhos para o fazer.

Nesta fase as dificuldades aumentam. A  pessoa precisa se envolver e atuar com força de vontade na busca de sua capacitação técnica e pessoal. É um momento de decisão, planejamento e preparação para a ação. 

4ª - EMPREENDIMENTO DE  AÇÕES

Esta etapa pode ser concluída ou não, dependendo do contexto  organizacional em que a pessoa atua. Diretrizes superiores, cultura da empresa, sistema de valores vigente, crenças, mitos, clima de trabalho, forma de atuação das equipes e recursos disponíveis são algumas variáveis que atuam como FORÇAS PROPULSORAS ou INIBIDORAS  à ação.

O FAZER pode tornar-se realidade ou permanecer na e no DISCURSO. 

5ª - FAZER-FAZER

É o grau mais refinado de mudança e o último passo do processo. Novas atitudes, comportamentos e padrões são incorporados naturalmente e passam a fazer parte do cotidiano do envolvido. Nesta etapa a pessoa consegue atuar como AGENTES MULTIPLICADORES   e estimulam em seu ambiente o CICLO DE DESENVOLVIMENTO.  

E todo processo recomeça, agora, com um número maior de  adeptos.


Maria Rita Gramigna é Mestre em Criatividade Total Aplicada pela Universidade de Santiago de Compostela (Espanha). Graduada em Pedagogia pela Universidade Federal de Minas Gerais e pós-graduada em Administração de Recursos Humanos pela UNA – União de Negócios e Administração (MG). Atua no Mapeamento de Competências, contatos estratégicos com clientes, capacitação gerencial e treinamento da equipe de consultores da MRG Consultoria e Treinamento Empresarial.