Aqui estamos nós, no
maravilhoso universo de
conquistas em RH. Elas
custaram a dedicação, o
esforço e os melhores anos
da vida e carreira de
profissionais competentes e
profundamente comprometidos
com o ser humano. Muitas
conquistas se
materializaram, e, a cada
ano que passa, outras vão
sendo implantadas para a
vitória daqueles que
constroem o sucesso das
empresas e o progresso do
mundo.
Os caminhos não foram
fáceis, tampouco serão os
que ainda teremos que
percorrer no desafio de
domesticar o "Capitalismo
Selvagem". Ele não é
selvagem porque os homens
são "selvagens", mas porque
suas premissas teóricas
contemplavam somente
aspectos materiais,
esquecendo que estes só se
realizam (da produção à
comercialização) pelas
pessoas. Em fases anteriores
da sua maturação, o sistema
não compreendia que pessoas
não são bens de produção e
que a depreciação do
conhecimento é mais rápida
do que a das máquinas. Com a
compreensão de que pessoas
são ativos (patrimônio) e
que o capital intelectual é
o fator de competitividade
que conduz à tecnologia de
ponta e à inovação, as
coisas começaram a mudar.
Descobriu-se um importante
fator: o FATOR RH.
Sob uma ótica mais humana,
as organizações perceberam
que as ações de RH faziam
muito bem aos negócios e a
política de benefícios
passou a ser mais efetiva.
Atualmente muitos benefícios
são oferecidos pelas
empresas conscientes aos
seus colaboradores.
Mas, algo nos convida à
reflexão. Aristóteles disse:
"Nada envelhece mais rápido
que um benefício". Esta
frase, incompreendida por
muitos, atrasou a evolução
dos benefícios no mundo
corporativo. Ao empresário,
parecia que os benefícios
não eram reconhecidos pelos
funcionários e representavam
custos e não um
investimento. Ocorre que um
benefício, uma vez
concedido, é incorporado
pela pessoa que o recebe e
passa a fazer parte do
conjunto de direitos a que
ela entende fazer jus.
Passado algum tempo, o
benefício torna-se tão
natural que não é lembrado
como um plus, e sim como uma
parte do contrato de
trabalho. Concluímos que o
envelhecimento citado por
Aristóteles não é culpa ou
conseqüência do benefício,
mas sim, da falta de uma
cultura de comunicação que
valide periodicamente a
percepção dos benefícios
oferecidos. Além da
implantação de "upgrades"
que demonstrem ao
funcionário que o
crescimento da empresa se
reflete na melhoria da sua
vida pessoal (assim é mais
fácil falar em
comprometimento).
Entre os benefícios
disponíveis, não devemos
esquecer que os atuais
profissionais têm uma
ambição particular que
muitas vezes sobrepõe-se às
suas pretensões salariais e
seu "kit benefícios". Eles
buscam desafios,
possibilidades de
crescimento humano e
profissional. Se oferecermos
todos os benefícios
disponíveis, mas esquecermos
deste, não conseguiremos
manter estes talentos, que
por dignidade aceitam um
salário e um kit de
benefícios menor, desde que
possam continuar a aprender
e a crescer!
Para manter os melhores
talentos devemos
oferecer-lhes condições e
apoio à sua auto-realização,
que é o maior benefício que
uma empresa pode oferecer a
um ser humano.
Lembra-se dos profissionais
que, como você, dedicaram os
melhores anos da vida e
carreira comprometidos com o
ser humano na empresa?
Eles o fizeram porque
trabalhar por nós e pelos
avanços que hoje vivemos era
para eles a auto-realização
de seus nobres ideais.
Agora é a nossa vez de
buscarmos a nossa
autorealização e
continuarmos contribuindo
para implantar as novas
fases de uma cultura
vencedora de RH.
Carlos
Hilsdorf
Considerado pelo mercado
empresarial um dos melhores
palestrantes do Brasil.
Economista, Pós-Graduado em
Marketing pela FGV,
consultor e pesquisador do
comportamento humano.
Palestrante do Congresso
Mundial de Administração
(Alemanha) e do Fórum
Internacional de
Administração (México).
Autor do best seller
Atitudes Vencedoras,
apontado como uma das 5
melhores obras do gênero.
Presença constante nos
principais Congressos e
Fóruns de Administração, RH,
Liderança, Marketing e
Vendas do país e da América
Latina. Referência nacional
em desenvolvimento humano.
www.carloshilsdorf.com.br

