Uma empresa permite que as
pessoas atinjam resultados
que não poderiam atingir
individualmente. A
interdependência e a soma
das competências individuais
multiplicam o resultado,
tanto em uma pequena empresa
quanto em uma mega
corporação.
A qualidade dos resultados
depende diretamente da
maneira como estas
competências individuais
estão conectadas e alinhadas
com os objetivos
estratégicos da organização.
Na ausência de uma
estratégia coerente e
claramente comunicada, estes
mesmos talentos que geram os
resultados irão “atrapalhar”
uns aos outros, diminuindo
radicalmente as
possibilidades de sucesso.
Este seria o modelo “Torre
de Babel”! O modelo “Torre
de Babel” ocorre em função
de uma grave deficiência de
comunicação.
A comunicação precisa ser
objetiva, clara,
transparente e deve seguir
sempre o menor caminho
possível entre aquele que
comunica e aquele que recebe
a comunicação. Quanto maior
o número de intermediários
necessários para fazer com
que a mensagem chegue ao seu
destino, maiores serão as
distorções e dissonâncias,
comprometendo gravemente a
qualidade do resultado. A
eficácia da comunicação é
responsável por manter as
pessoas conectadas com os
objetivos e metas da
empresa.
Qualquer profissional
exercendo liderança deve
primar por sua competência
em traduzir as metas,
crenças e valores da
organização em exemplos que
inspirem seus liderados.
Comprometimento deve ser
estabelecido top-down
(partindo dos níveis
hierárquicos superiores para
os seguintes). O papel
fundamental da liderança
pressupõe o exercício
contínuo do capital ético e
do capital moral, somente
assim será conseguida coesão
entre as pessoas e os
objetivos propostos.
Dicas importantes:
Em uma organização, todas as
pessoas e fatos estão,
direta ou indiretamente,
interconectados. Qualquer
fato novo, bem como qualquer
atitude nova, afetará de
maneira global os resultados
dos negócios.
Todos devem conhecer o que
são e quais são os canais de
comunicação. E-mails servem
apenas para documentar
comunicações e acordos, não
devem, em hipótese alguma,
serem utilizados como
substitutos para a
comunicação interpessoal.
Nada absolutamente sério e
relevante, cujas
repercussões levem a dúvidas
ou mudanças significativas,
deve ser comunicado apenas
por e-mail!
Cabe ao profissional
exercendo funções executivas
nutrir o “orgulho em
pertencer”, a coerência das
crenças e a importância dos
valores da organização.
Líderes devem saber
estabelecer um sentimento de
valor e segurança em seus
liderados!
É essencial compreender a empresa como um conjunto de pessoas unidas por um sonho coletivo, sonho que somente podem construir juntas, em regime de interdependência. Egoísmo em empresas é um profundo elemento desagregador. Não há comprometimento verdadeiro na presença do egoísmo e da fogueira das vaidades.
O
comportamento dos líderes
estabelece um código de
conduta moral para seus
liderados. A velha forma
“faça o que eu digo, mas não
faça o que eu faço”
demonstra hipocrisia, jamais
liderança. Na ausência de
coerência ético-moral não
existe liderança. Na
ausência do exemplo
positivo, o contra-exemplo,
lamentavelmente, suscita ao
boicote, desrespeito e
sabotagem.
A atividade de um líder e de
um gestor não está, e jamais
esteve restrita às ações de
medir, controlar e
supervisionar. Um verdadeiro
líder inspira as pessoas com
suas atitudes e trata com
muita habilidade os ativos
intangíveis da organização,
tais como: prazer,
satisfação, reconhecimento,
auto-estima, motivação,
inspiração, clima e
atmosfera organizacional.
Os verdadeiros gestores e
líderes estão conscientes
que os resultados só
acontecem através das
pessoas. Para eles, o
capital humano não é apenas
um belo discurso, mas a
razão de ser da organização.
O modelo “Torre de Babel” só
se instala quando as pessoas
não falam a mesma língua e,
elas jamais falarão a mesma
língua se as palavras
contradizem as atitudes.
Se na sua empresa as pessoas
são consideradas o maior
capital da organização, faça
duas coisas:
1) Certifique-se de que elas
se sentem verdadeiramente
assim;
2) Garanta as condições para
que isto se mantenha como um
valor inalienável.
Empresas incoerentes são
mais perigosas para si
mesmas que seus maiores
concorrentes.
Você pode vencer seus
concorrentes externos, mas
se promover “concorrentes”
dentro da organização em
posições de decisão, a
guerra está perdida.
Coerência é uma das maiores
virtudes de uma organização
e, não por acaso, do próprio
ser humano.
Carlos Hilsdorf
Considerado pelo mercado
empresarial um dos melhores
palestrantes do Brasil.
Economista, Pós-Graduado em
Marketing pela FGV,
consultor e pesquisador do
comportamento humano.
Palestrante do Congresso
Mundial de Administração
(Alemanha) e do Fórum
Internacional de
Administração (México).
Autor do best seller
Atitudes Vencedoras,
apontado como uma das 5
melhores obras do gênero.
Presença constante nos
principais Congressos e
Fóruns de Administração, RH,
Liderança, Marketing e
Vendas do país e da América
Latina. Referência nacional
em desenvolvimento humano.
www.carloshilsdorf.com.br

