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Consumo e as Diferentes Classes Sociais

Por Sandra Turchi

07/06/2010

 

Eis um assunto fascinante, as formas como as classes sociais se relacionam com o consumo, suas diferenças e, muitas vezes, suas semelhanças. Vivemos no país dos grandes paradoxos, principalmente, quando o assunto é a disparidade social. E quando transportamos essas contradições para o mundo das compras percebemos claramente como se comportam.

Observamos uma “fila” de algumas semanas para adquirir a nova bolsa da grife Louis Vuitton, a Lockit Alligator, por R$ 58 mil, bem como a abertura de novas lojas em São Paulo da Giorgio Armani e da francesa Hermès, além da Gucci que também está chegando, para atender aos consumidores que representam menos de 1% da população brasileira, sendo que ao mesmo tempo tivemos acesso ao crescimento da classe média no país, conforme estudo da FGV, em que mais da metade da população (51,8%) recebe entre R$ 1.064 e R$ 4.591 por mês.

E como pensa e consome essa grande maioria? Para essa análise temos que considerar diferentes grupos. A começar pelas mulheres, que cada vez mais se preocupam com suas carreiras, 70% delas almejam crescimento profissional (DataPopular – Meio&Mensagem, 04/08/08) e estão preocupadas em cuidar mais de si mesmas, pois 39% desejam acrescentar academias à sua rotina, 33% cabeleireiro, 25% massagens e 20% esportes, além de 14% que querem almoços com amigas. O que isso significa? Uma enorme alteração no perfil dessas consumidoras, as mesmas que anteriormente se diziam realizadas através dos filhos.

E para os profissionais do mercado, se faz necessária muita atenção para não perderem as oportunidades advindas dessas mudanças.

Outro grupo importantíssimo a ser considerado são os jovens pertencentes a essas classes. Hoje, mais sintonizados do que as gerações anteriores, devido à facilidade de acesso via celulares e internet, não se limitam mais ao universo do seu bairro e dos seus amigos, hoje eles começam a ter um consumo similar ao da classe média alta, porém, para isso, se utilizam, assim como os adultos, das facilidades trazidas pelo maior acesso ao crédito. Com isso, podem comprar o mesmo tênis de marca que o jovem de uma classe mais também usa. De qualquer forma, os hábitos das classes populares ainda diferem bastante da elite, por serem mais conservadores, mais religiosos e por serem também mais solidários, pois costumam compartilhar mais suas vidas com membros da sua comunidade.

Complementando, os gastos da família brasileira média, conforme estudo do LatinPanel (07/2008), se dividem em: 19,3% alimentação no lar, 13,4% habitação, 12,6% transporte, 10,2% contas de água e luz e outras, 7% com saúde, 6,4% vestuário e 4,6% alimentação fora do lar. Sendo que o maior grupo hoje já é representado por pessoas que vivem sozinhas ou casais sem filhos – 27% da população.

O que se torna perceptível é que, diante desses fatores de mudança contínua, a tarefa dos profissionais de marketing é cada vez mais árdua pela disputa por parte da renda dessa população, tendo que despender mais esforços no sentido de localizar seu target, selecionar adequadamente os veículos para “falar” com ele e se utilizar de mensagens que façam sentido a cada público.

(artigo publicado na Revista Marketing – agosto / 2008)


Sandra Turchi é graduada pela FEA-USP, pós-graduada pela FGV-EAESP e MBA pela Business School São Paulo com especialização pela Toronto University e em empreendedorismo pelo Babson College em Boston. É superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) instituição que administra o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito). Site: www.sandraturchi.com.br - Twitter: http://twitter.com/SandraTurchi

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.