Crescimento do Marketing Permissivo
Por Rafael Mauricio Menshhein
05/02/2007
Para o profissional de
Marketing, toda permissão dada pelo cliente em receber Informações de novos
produtos é fundamental, cria a fidelização ou pelo menos a prospecção de novos
consumidores.
Um cliente que deseja ou permite receber estas Informações tem como
características:
- Ser o primeiro a
ter o produto;
- Estar na frente
dos demais quanto ao conhecimento;
- Direcionar
tendências de mercado;
- Auxiliar na
inovação constante de produtos e serviços;
- Ter necessidades
de obter novidades constantemente.
Um grande exemplo que pode ser citado é o
filme Minority Report - A Nova Lei, em que em um dado momento exibe
perfeitamente esta estratégia de Marketing:
John Anderton (Tom Cruise) está passando por algumas vitrines, quando recebe
mensagens personalizadas em áudio anunciando seu nome e demonstrando para John
os novos produtos ou serviços disponíveis; tudo isso ocorre porque o perfil do
personagem é voltado a receber todas as Informações de produtos que são recém
lançados ou serão lançados no mercado.
Há muito por se fazer com o Marketing permissivo, este nicho de mercado aponta
sempre as tendências com as quais os profissionais de Marketing devem estar
atentos no mercado, por isso a importância dos estudos constantes.
Dentro do Marketing permissivo, atualmente as pessoas podem permitir receber
vários modelos de informativos, por meio de:
- Celulares;
- Computadores
pessoais;
- Revistas;
- Jornais;
- CDs ou DVDs;
- Cartas.
Logicamente este consumidor não deseja
receber toda e qualquer forma de Informação, mas permite que o que lhe interessa
deve chegar até ele e não precisará buscar informações, fazendo com que ele
economize tempo e já receba o conteúdo filtrado.
Os usuários de programas leitores de RSS sabem muito bem como a permissão da
entrada de determinadas informações são importantes, ao colocar o link em seu
programa já está filtrando o conteúdo, permite a entrada de informações que ele
deseja receber e não precisa buscar em outras páginas da Internet, pois a
Informação vêm ele.
Falar de mudança dentro de algumas organizações
é um hábito já implantado na cultura
organizacional, com uma percepção de que
adquirir conhecimento permite dar novos passos,
buscar novas soluções e produtos realmente
diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno
desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa
sobre o assunto em questão, talvez por
imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco
a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua
própria casa ou na empresa, e não são todas as
mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma
como serão implantadas é que faz com que cada um
tenha uma reação em defender o ambiente como
está.
Também é interessante perceber que se alguém
tende a impor uma mudança ela não será bem
aceita, não pela mudança em si, mas é necessário
ter um planejamento para implantar uma mudança
na organização, para que as pessoas se acostumem
com a idéia, que recebam todas as informações
necessárias sobre as alterações e que participem
realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma
mudança, que em certas empresas é uma forma de
se esquecer das pessoas, mas que em outras é a
mudança que dará mais valor a cada um dos
talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja
ligada diretamente à sua maneira de lidar com
tudo, é bem provável que a organização esteja,
para muitas pessoas, muito distante da mudança,
mas é possível unir as duas coisas, ter
organização pode levar a encontrar mais
facilmente o que se procura, e também não há uma
necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em
um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua
própria casa, como mudar o local de leitura
diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois
há dias em que é necessário observar um mesmo
assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma
radical tudo o que vê pela frente,
principalmente porque antes de correr todos
tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o
que demonstra o planejamento que o corpo exige
para se adaptar às novas situações, e também
funciona assim com a mente, pois uma leve
mudança no início faz com que as pessoas achem
que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for
difícil, é evidente que a mudança deve ser na
própria pessoa, e que pode ser mais fácil de
controlar, pois você tem total controle sobre a
forma de pensar, agir e ganhará mais
conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece
estar contra todos, e é porque uma pessoa que
não sabe planejar acaba passando para as outras
algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos
onde a falta do planejamento traz perdas grandes
para as pessoas e para a organização, como
reflexo do que é deixado de lado, ou seja,
pensar e pesquisar sobre o que será importante
para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria
das pessoas, das organizações e deve ser parte
da cultura da empresa, sem que esta cultura
prejudique o funcionamento e desempenho da
organização, pois tudo o que é feito dentro de
uma empresa é iniciado com o planejamento, que é
baseado no conhecimento sobre um objeto, uma
ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é
melhorar seu conhecimento, aprender novas
técnicas, compartilhar um conhecimento e ter
dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o
seu melhor no momento presente, para que no
futuro não hajam dificuldades.