A transformação do trabalho
humano em atividade criativa
tem sido alvo do pensamento
moderno de muitos autores
que trabalham a motivação
como estratégia no contexto
da criatividade e tecnologia
que produzem resultados.
O inventor Thomas Edison
produziu tecnologia com uma
capacidade inventiva que
provavelmente nenhum outro
cientista conseguirá
superar.
Acredito que Thomas Edison
não é uma exceção e que mais
facilmente encontramos
exemplos de criatividade
pura na Tecnologia e nos
congressos de inventores do
que na própria ciência.
Criatividade não é somente
gerar coisas novas... É
também abandonar coisas
velhas.
O cientista opta por
preterir engenhocas em favor
do artista. Essa é a
dualidade da criatividade
com a tecnologia que todos
que trabalham com inovação
vivem.
O fascínio do cientista pelo
artista não é simples
esnobismo... Trata-se de
mais uma manifestação da sua
obsessão pela criatividade.
É como se vivesse em eterno
estado de namoro não
correspondido.
Você já imaginou oferecer
uma grande idéia capaz de
solucionar um grande
problema durante uma das
mais graves crises da
empresa onde trabalha? E que
tal ter a inspiração para
criar um produto ou serviço
que se transforme em sucesso
absoluto no mercado?
Isso me faz recordar um
pensamento antigo que
compara a curiosidade
ilimitada e desmascarada das
crianças com a de alguns
cientistas.
Original é o exemplo de
Albert Einstein quando
indagado pelos colegas
professores da Universidade
de Princeton nos Estados
Unidos sobre ele perder
tempo dando aulas
particulares para uma
menininha de 10 anos.
Qual foi a sua resposta?
Vocês não imaginam as
perguntas que ela me faz!
Uma criança é autêntica e se
ela questionar por que não
cabem 1500 pessoas num
avião, não tem o menor
receio de perguntar, porque
o seu pensamento é mesmo
criativo e a ciência deve
muitas histórias de sucesso
a essa pureza infantil.
Por outro lado aprendemos
também que quem pergunta tem
mais chances do que quem
responde. Tem-se aí a
oportunidade da resposta,
isto é, de um novo
aprendizado.
O mesmo Thomas Edison estava
num certo dia muito cansado
e após 1.042 tentativas de
encontrar a resposta para a
invenção da lâmpada elétrica
resolveu relaxar.
Estava ele deitado no sofá
descansando quando começou a
ouvir a conversa de sua
esposa com a vizinha. E uma
dizia a outra: “Fulana é uma
cabeça oca”.
E neste momento, Edison
gritou lá de dentro: “Mary,
we are rich”, isto é, Mary,
nós estamos ricos. Ele
associou algo que “fosse
oco” e conseguisse segurar o
oxigênio, não apagando a
idéia da eletricidade que já
fora descoberta 80 anos
antes, ou seja, duas hastes
com uma ligação entre os
pólos incandescentes... Mas
apagava rapidamente por
causa do ar. Haja
criatividade. Haja bom
humor!
Porém dificilmente alguém
irá superar o inventor dos
inventores, Leonardo da
Vinci, que teve nove
profissões e suas incursões
inventivas passaram por
pintura, escultura,
arquitetura e ciência.
Nos dias atuais ficamos
obsoletos a cada segundo que
passa. A regra é: Ver o que
todo mundo vê... Mas
enxergar diferente! O mundo
passou a ser seta e não
alvo, isto é, ninguém espera
o seu concorrente fazer
alguma coisa diferente para
então agir. O sucesso é de
quem faz primeiro, portanto
a regra é correr.
Quando se fala em
criatividade e em
tecnologia, o erro primário
das empresas é não perguntar
ao seu pessoal, o que é que
motiva? Afinal, ambas as
situações requerem um
pessoal concentrado,
comprometido e motivado para
transformar sonhos em
realidade.
Essa é a realidade da Apple
e seu presidente Steve Jobs
ou quem sabe toda a história
recente da Microsoft com
Bill Gates e aí podemos
citar Google, Yahoo e
outros... Exemplos atuais de
criatividade com tecnologia.
Vai vencer o jogo da vida
profissional aqueles que
ajudarem seus clientes não
perderem mais tempo, através
da motivação, das melhores
práticas humanas de
relacionamentos, através da
criatividade que proporciona
um mundo de inovação e
tecnologia onde todos saem
ganhando: o profissional com
os resultados, o cliente com
o conforto e bem estar.
Pense nisso, um forte abraço
e esteja com Deus!
Gilclér Regina é Consultor, Escritor e Palestrante no Brasil e exterior. autor de livros e CD's que já atingiram a marca de 4 milhões de unidades comercializadas. Realiza mais de 100 palestras por ano em Convenções de Empresas. Tem formação em Dinâmica Humana pelo The National Value Center- Texas-EUA, em TQM pelo ASQC American Society for Quality Control-Winsconsin-EUA curso de Desenvolvimento e Gestão Humana pelo The Graves Technology. É presidente da empresa CEAG Desenvolvimento de Talentos e Editora Ltda. É também articulista de aproximadamente 300 revistas, jornais e sites. Uma pessoa de origem humilde que tornou-se um dos Conferencistas mais procurados para os eventos e convenções no Brasil. Site: www.ceag.com.br

