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A Cultura do Abraço

Por Raphael Natalin Acheti

10/11/2010



O que é um “abraço”? Melhor do que isso. O que seria um “abraço pra você”? Bom, nos dias atuais muitas empresas investem em qualidade de atendimento, nas áreas comerciais, em funcionários cativantes e estimulantes, e acham que dando alguns treinamentos para melhorar a capacidade de relações interpessoais e um bom salário está tudo certo. Missão cumprida. Agora vamos esperar os resultados. Mas, quando nos deparamos com as últimas sugestões e reclamações,ficamos surpresos, e pior que isso, não vemos o retorno financeiro que investimos anteriormente. Por quê?

Caros amigos a cultura do abraço é muito mais do que investir em capacitações e perfis de funcionários e menos ainda ficar enchendo seus clientes com emails marketing, ligações semanais e folders. Isso afasta mais ainda o cliente, que não agüenta mais sua insistência em satisfazer necessidades que nem ele teve ainda. Todo cliente valoriza o pós venda de uma empresa, mas também gosta de ter seu “espaço”,então vá com calma para não trocar os pés pelas mãos e perder seus clientes em potencial.
Caros amigos a cultura do abraço nasce dentro da organização. O que qualquer cliente vê quando entra na sua empresa ou loja? O cliente vê o tratamento que você da aos seus subordinados, a empatia que você lida com problemas e claro, a simpatia e atenção que você dá a ele. O mais importante que isso é tratar bem seus funcionários na frente de seus clientes, ensiná-los os benefícios da cultura do abraço. É realmente vestir a camisa da empresa e fazer o que gosta com amor e dedicação, e não somente pela necessidade de trabalhar e ganhar dinheiro. Claro que dinheiro é um aspecto muito importante, mas a satisfação de aprender a pegar gosto pelo que se faz é mais gratificante ainda. Agora vem a pergunta? Como conquistar essa satisfação pelo que se faz? Simples. Trate seus clientes e funcionários da melhor forma possível, como se fossem amigos íntimos de muitos anos. Faça tudo por eles, como se fossem sua mulher que você está casado a 20 anos. Surpreenda-os com atitudes inesperadas, atitudes que nenhum dono de empresa tem nos dias de hoje. Se prontifique a estar sempre lá quando precisarem de você. Vou dar um exemplo de uma de nossas conquistas com um de nossos melhores clientes. Estávamos prestando a consultoria mensal na empresa e de repente o celular do nosso cliente toca. Era a esposa dele dizendo que não iria poder pegar o filho dele na escola no horário, pois seu carro havia quebrado, eu que sem querer ouvi toda a conversa e disse espontaneamente ,e quase de imediato ao meu cliente. “ Não se preocupe meu caro, você está ocupado aqui na empresa, eu faço questão de buscar seu filho e deixá-lo onde você quiser. A escola era perto da nossa empresa e não tivemos muita dificuldade em realizar esse proeza. Na hora que o cliente ouviu isso ele me olhou espantado e disse: “ Nunca ninguém fez ou faria isso por mim...obrigado”. Ainda demos um abraço maior ainda no nosso cliente, levei o filho dele para almoçar no Mc Donalds e ele adorou, mas somente levei por que já estava pensando o dia todo em comer lá, e sem querer fiz o garoto ganhar o dia. Depois de umas 3 horas a mãe do garoto ligou no meu celular agradecendo tudo que fiz e elogiando nossa empresa e dizendo que também trabalhava com marketing e iria indicar-nos aos seus melhores clientes, e pior é que ela realmente fez. Logo no dia seguinte recebi 3 ligações de novos clientes interessadíssimos em conhecer as políticas de satisfação de nossa empresa. Na hora que senti o entusiasmo pelo tom de voz dessas pessoas logo percebi que a esposa do meu cliente havia contado o ocorrido do dia anterior a essas pessoas. Hoje em dia os 3 são nossos clientes e adoram esses “abraços” inesperados que nós damos.

Entenderam agora a “cultura do abraço”?? Apliquem dentro e fora da empresa. Digo dentro da empresa ensinando seus funcionários essas “atitudes inesperadas”, a tratar seus clientes melhor do que qualquer outra empresa. Caros amigos garanto que existem 2 efeitos colaterais na “cultura do abraço”. O primeiro é: vocês irão viver com mais gratificação de ajudar os outros e segundo é: Seus negócios irão alavancar de uma forma que vocês não tem idéia. Façam o teste e comecem a dar abraços para ganhar negócios e ainda por cima ganhar grandes amigos, tanto de vida pessoal como profissional.


Raphael Natalin Acheti é Consultor de Marketing e Web Designer da Acheti Assessoria - www.achetiassessoria.com.br

Há algum tempo o termo R.H. vem mudando para D.O. (Desenvolvimento Organizacional); D.H.P. (Desenvolvimento Humano Profissional); D.O.H. (Desenvolvimento Organizacional e Humano), D.O.S. (Desenvolvimento Organizacional e Social); enfim, você pode escolher a metodologia e a nomenclatura que quiser, mas não se esqueça das Relações Humanas. Sobre as relações profissionais permeiam várias primícias, no entanto, há uma especifica que, é a causa dos insucessos e sucessos nos processos produtivos nas empresas. Vamos falar então de Satisfação Pessoal!

A maioria das lideranças tende a querer encontrar nas pessoas de sua equipe a sua própria satisfação pessoal e, como geralmente isso não ocorre, estes líderes se frustram e começam um processo de retaliação com a equipe. Cessam-se os elogios e o egocentrismo do chefe aflora. Abre-se um abismo de comparativos insólitos que jamais gerarão reflexões positivas na equipe. Exemplo disso é quando um líder (chefe) começa a contar sua história de vida ou de carreira profissional, cheias de cicatrizes e feridas abertas, que jamais serão curadas e que, de nada agrega ou se assemelha as dos membros de sua equipe. E a frustração aumenta quando surge nos olhares dos ouvintes, nada atentos, o trágico: -“O que eu tenho haver com isso?” Neste momento o chefe passa por processo de transformação mutante (podem rir) e a guerra começa:
• “ Estes infelizes reclamam de barriga cheia...”
• “ Pagamos acima da média e eles ainda reclamam...”
• “ Reclamam do salário, mas nada fazem para melhorar sua produtividade...”
• “Tem gente aí cheia de diplomas que não ganha metade do que esse medianos estão ganhando...”
• “Eles não fazem idéia do que tive de fazer para chegar aonde cheguei...”

-Já ouviram isto? Com certeza sim!

A grande confusão é que alguns líderes, os chamados “bocas abertas”, saem buscando atender a satisfação pessoal de cada um dos componentes de sua equipe. Outro erro!

A satisfação pessoal deve estar alinhada com o foco do negócio, missão e visão da empresa, e seus colaboradores precisam acreditar nisso. Se a missão de sua empresa for internalizada por seus colaboradores e se transformar numa crença, numa reza, num mantra, a satisfação pessoal de cada um, será a de cumprir a missão da empresa e pasmem, ainda ganhar alguma coisa (salário) por isso.

- Mas como fazer isso de fato?

Primeiro Entenda:

Salário é conseqüência de trabalho, isto tem que ser óbvio para quem paga e para quem recebe. Precisa-se parar de querer que o colaborador faça de sua remuneração a melhor coisa do mundo. Para ele é apenas a troca de dinheiro (que também será trocado por alguma coisa) por trabalho.

É preciso fazer pequenas ações de valorização e que estas ações não sejam demasiadamente onerosas e muito menos, muito menos mesmo, dolorosas. Quando sua equipe não está alinhada com a missão da empresa, os benefícios, prêmios, gratificações, etc. se transformam em ônus para empresa, e o pior é que, estes ônus para os colaboradores são misérias, esmolas, poderiam ser mais, sempre mais. Muitas vezes se calcula muito os custos das ações e não se mensura o valor das ações.

Portanto, a fórmula é simples:

- A realização da missão de sua empresa deve ser a satisfação de seus colaboradores.

Então faça:
• Sua missão deve está visível e de fato ser entendida e praticada por todos, principalmente a diretoria.
• As metas devem ser tangíveis e focadas com a missão. Estabeleça compromissos, o alcance de metas será conseqüência disto.
• Os membros da equipe devem, pelo menos, sugerir ou propor mudanças.
Escute-os, faça-os sentir importantes e que a empresa vive com e através deles.
• Suas gratificações e premiações devem ser mensuradas pelo valor agregado às aspirações pessoais de quem as recebem.
• Seus colaboradores devem se orgulhar da empresa em que trabalham. Isto traz muita satisfação pessoal.
• Em suas reuniões esclareça seus objetivos, não mencione custos, fale sobre investimentos, ao estabelecer as metas diga qual o retorno esperado e o porquê de consegui-lo.
• Comemore. Festeje as vitórias e jamais lamente, pelo menos, para a equipe, as percas e ou as derrotas. No máximo mostre os resultados e avalie se foram positivos ou se, é necessário melhorá-los.

Pequenos gestos geram empatia e valor de satisfação pessoal:
• -“Olha, gostaria que hoje você fosse pra casa mais cedo, e de cabeça fria, nos trouxesse uma idéia nova para batermos esta meta...”
• -“Como está seu filho...a família...sua esposa melhorou...?
• -“A respeito de sua compensação de horas, seu esforço já as pagou em dobro, esqueça-as, curta-as com sua família...”
• -“Eu acredito em você, não precisa me trazer um atestado médico”
• -“Vejo que você hoje não está em seus melhores dias, posso lhe ajudar?”
• -“Vá para casa, depois veremos como repor estas horas” (seja honesto e simpático, senão, não o faça).

Pronto! Imagine agora a cara de surpresa de seus colaboradores, o grau de satisfação deles e o melhor de tudo, compare isto aos R$ que você teria que custear para dar algum prêmio ou uma gratificação extra. As pessoas são movidas pelo entusiasmo e nada é mais entusiasmante do que uma surpresa, uma grata e boa surpresa.

A metodologia do fazer por merecer deve ser muito bem desenhada. Hoje assistimos nas empresas a um verdadeiro show de ações mercenárias que, geram um ciclo vicioso sem fim e que, sobre qualquer pretexto as pessoas puxam o freio de mão e deixam de produzir na certeza de que os prêmios e as gratificações voltarão e serão a única salvação da lavoura.

Se sua equipe chegou a este ponto, entenda:

- Todo o entusiasmo destas pessoas está no bolso, então nada do que faça irá agradá-los mais do que dinheiro e tudo que fizerem passará por um processo de: -“O que eu vou ganhar com isso?”.

São pessoas que “criaram calos nas mãos” então assuma, você as fez assim! Então primeiro mude. Mostre-as que você mudou, tenha atitudes diferentes, refaça, inclusive, sua rotina. Ao sentirem sua mudança, mudaram também. Mas saiba que, nem todos assimilarão o processo e estes estarão fadados a saírem da equipe e por pior que isso pareça, mesmo sendo o melhor em números que você possui, para este é o fim da linha. A priori isto parece antagônico, e o é. Mas a recuperação, após a inevitável e temporária queda, será rápida e percebida pela equipe como: “Valeu à pena!” E “eu de fato sou importante!”

Lembre-se:
• Estabeleça uma sintonia de confiança com sua equipe, ou você acredita nas pessoas que estão a sua volta ou mude-se ou mude-as.
• Tenha bem estabelecidas as alçadas e dê responsabilidade e autonomia de uso delas. Mantenha mecanismos de auditoria, como procedimento básico da empresa, assim a prestação de contas não se tornará uma inquisição.
• Seja bem humorado. “Bom humor é sinal de inteligência.” (Oscar Wilde).
• Seja verdadeiro, se não for capaz de fazer tudo isso de forma simples e sincera, tenha coragem e atitude e entregue a alguém que faça.
• Tenha sempre em mente que, sem entusiasmo não há produtividade.
• Tenha certeza que o orgulho por está sendo reconhecido pelo que faz é o mais valioso dos prêmios.

Por fim, acredite:
- Vencerão as empresas que investirem naquele que produz e consume, O Homem.


GLAUBERTO LOURENÇO

Com 19 anos de atuação no mercado. Iniciou suas atividades no mercado financeiro, como Operador de Crédito. Atuou em empresas como: Banco Real, Banco ABN AMRO (Aymoré Financiamentos), Decagi Auto-Socorro, DCG Rent a Car, Domínio Treinamentos- S.O.S Educação Profissional, atualmente está a frente da área comercial da Softium Informática e atua como consultor de Marketing para a BIT Company – Fortaleza. Frequentemente ministra palestras de Marketing Pessoal, Empregabilidade e facilita cursos de Atendimento e Vendas. Gerente comercial e marketing de carreira, aredita que toda estratégia deve ser voltada aquele que produz e consume: O Homem.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 


Falar de mudança dentro de algumas organizações é um hábito já implantado na cultura organizacional, com uma percepção de que adquirir conhecimento permite dar novos passos, buscar novas soluções e produtos realmente diferenciados da concorrência.
Mas a mudança é vista por muitos como um terreno desconhecido, talvez porque falte uma pesquisa sobre o assunto em questão, talvez por imaginarem que mudar não é necessário.
É fato que as pessoas tendem a resistir um pouco a qualquer mudança, seja na sua vida, em sua própria casa ou na empresa, e não são todas as mudanças que podem ser traumáticas, mas a forma como serão implantadas é que faz com que cada um tenha uma reação em defender o ambiente como está.
Também é interessante perceber que se alguém tende a impor uma mudança ela não será bem aceita, não pela mudança em si, mas é necessário ter um planejamento para implantar uma mudança na organização, para que as pessoas se acostumem com a idéia, que recebam todas as informações necessárias sobre as alterações e que participem realmente do processo.
Então é possível reduzir o impacto de uma mudança, que em certas empresas é uma forma de se esquecer das pessoas, mas que em outras é a mudança que dará mais valor a cada um dos talentos humanos.
Talvez a maior resistência das pessoas esteja ligada diretamente à sua maneira de lidar com tudo, é bem provável que a organização esteja, para muitas pessoas, muito distante da mudança, mas é possível unir as duas coisas, ter organização pode levar a encontrar mais facilmente o que se procura, e também não há uma necessidade de mudar tudo a todo momento, mas em um processo gradual.
Você pode iniciar uma mudança leve em sua própria casa, como mudar o local de leitura diário, o que poderá tornar-se um hábito, pois há dias em que é necessário observar um mesmo assunto de outro ângulo.
Só não há uma necessidade de mudar de forma radical tudo o que vê pela frente, principalmente porque antes de correr todos tiveram que aprender a se equilibrar e andar, o que demonstra o planejamento que o corpo exige para se adaptar às novas situações, e também funciona assim com a mente, pois uma leve mudança no início faz com que as pessoas achem que estão esquecendo.
Mas se mudar algo do ambiente que o cerca for difícil, é evidente que a mudança deve ser na própria pessoa, e que pode ser mais fácil de controlar, pois você tem total controle sobre a forma de pensar, agir e ganhará mais conhecimento sobre si.
Só que dentro das organizações o tempo parece estar contra todos, e é porque uma pessoa que não sabe planejar acaba passando para as outras algo que não entende.
Diariamente é possível ver inúmeros exemplos onde a falta do planejamento traz perdas grandes para as pessoas e para a organização, como reflexo do que é deixado de lado, ou seja, pensar e pesquisar sobre o que será importante para a organização.
A mudança tem como objetivo trazer a melhoria das pessoas, das organizações e deve ser parte da cultura da empresa, sem que esta cultura prejudique o funcionamento e desempenho da organização, pois tudo o que é feito dentro de uma empresa é iniciado com o planejamento, que é baseado no conhecimento sobre um objeto, uma ação e todas as variáveis que estão conectadas.
Mudar não é apenas trocar algo de lugar, é melhorar seu conhecimento, aprender novas técnicas, compartilhar um conhecimento e ter dentro de si o desejo de estar sempre fazendo o seu melhor no momento presente, para que no futuro não hajam dificuldades.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.

 

A tomada de decisão é um processo que exige conhecimento, ao se estudar um mercado há a possibilidade de encontrar uma oportunidade, disponibilizar seus produtos ou serviços, criar uma rede de distribuição melhor e mais eficiente e eficaz.
Todas as decisões devem, ou deveriam, ser tomadas com base em dados concretos, existem certos riscos que não podem ser corridos pelas empresas, entrar em um mercado sem o conhecer é um risco muito grande e não traz bons resultados.
As organizações sempre podem buscar referências em suas pesquisas, que apontam a direção à qual o mercado se dirige, mas ainda assim é possível encontrar uma oportunidade que as demais empresas não tenham visto, mas que traz riscos e seu estudo é fundamental.
O que acontece em algumas empresas é que existe:

  • A falta de conhecimento mais profundo de um mercado;

  • Desconhecimento do que o consumidor deseja;

  • Analisar se a cadeia de valor está realmente funcionando corretamente;

  • Se a distribuição está cumprindo seu papel;

  • Como a comunicação está chegando ao consumidor;

  • O que a concorrência pode fazer para tomar seu mercado.

Quando uma organização consegue analisar todas as variáveis que a cercam, pode tomar decisões com maior precisão, atende aos seus objetivos e oferta ao consumidor os melhores produtos e serviços.
Decidir não é arriscar-se em um caminho desconhecido, mas procurar um terreno já conhecido, aprofundar os estudos sobre o terreno e tomar uma decisão com base nas informações obtidas, pois desta forma a organização consegue avaliar tudo o que é necessário para estar presente em um novo mercado ou trazendo um novo produto.
As melhores decisões são aquelas que são tomadas com base em conhecimento, agregando novas possibilidades e abrindo os olhos das organizações para as inúmeras possibilidades existentes.