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Destacando-se na Multidão!

Por Gilclér Regina

03/09/2008

 

No futuro teremos somente dois tipos de empresas... Aquelas que quebram e as que mudam. Gilclér Regina

No futuro teremos também dois tipos de profissionais... Os desempregados e os que mudaram.

Quais são os pilares que sustentam esse pensamento?

1. Vamos receber cada vez menos para fazer o que todo mundo faz... O sucesso hoje depende de a gente fazer o que a maioria não faz. Os vencedores fazem o que os perdedores não querem fazer.

2. Só irão sobreviver os mais capazes, mais competentes, sejam empresas ou profissionais. Hoje, no Brasil, 800 empresas quebram por dia e ao mesmo tempo abrem 1.500 novas.

3. Mudança de postura. As empresas no passado trocavam serviços ou produtos por dinheiro. Hoje, as empresas de sucesso fazem amigos enquanto fazem negócios.

4. Trabalhar com prazer. Não basta cumprir com as obrigações. Quando o trabalho é um prazer a vida é uma alegria. Quando o trabalho é um dever, a vida é uma escravidão. E este duplo sentimento está presente no sucesso ou fracasso de uma organização.

5. Formar líderes competentes. 75% das pessoas pedem a demissão do chefe e não da empresa. E, neste foco, um dado preocupante da pesquisa do Instituto Gallup: 79% dos brasileiros são desmotivados no trabalho.

A pergunta que se faz é: Por que as empresas quebram? Porque perdem os seus diferenciais competitivos, não inovam, não criam produtos e serviços novos, param no tempo, não treinam, não acompanham as mudanças na velocidade exigida pelo mercado.

Fecham suas portas porque se preocupam mais em vender e esquecem a essência do negócio: a rentabilidade.

E o verdadeiro sentido do negócio é que empresa nenhuma no mundo contrata uma pessoa desmotivada.

Um líder verdadeiro tem uma causa... E a equipe é a cara do líder. O grande desafio dos profissionais, notadamente líderes e gestores deve ser inspirar pessoas. O segredo é fazer com que as pessoas trabalhem querendo experimentar o seu melhor.

As empresas investem milhões em prédios, máquinas, equipamentos... E tem certa dificuldade em investir alguns milhares em pessoas, em treinamentos técnicos e motivacionais que busque o conhecimento, o comprometimento, o entusiasmo pelo trabalho e pelo negócio.

Neste caso, exemplificando, joga-se um caminhão de dinheiro fora investindo milhões numa frota e não investindo uns poucos reais no treinamento dos motoristas.

E estes, não comprometidos, desmotivados e desconhecedores de regras acabam desviando combustível, arrebentando com pneus, estourando diferenciais, burlando satélites e por aí afora... Causando um prejuízo enorme. Quebra mesmo!

O líder de sucesso destaca-se na multidão. As pessoas trabalham em função do seu chefe. Liderar é saber comandar pessoas neste caminho estreito que divisa a amizade da frieza. Guarde bem uma coisa: Não se lidera amigos! Os amigos nos acompanham, discutem intimidades, contam seus problemas. Essa é a diferença do mundo real para a ilha de fantasia.

Quando não há identificação do gestor com sua equipe, as pessoas preferem o risco de ficar desempregadas a viverem ao lado dele.

O melhor que se pode dizer das empresas de sucesso é que elas não caem na armadilha dos iguais. Não basta ser o melhor, tem que ser diferente!

Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!

 

Gilclér Regina é Consultor, Escritor e Palestrante no Brasil e exterior. autor de livros e CD's que já atingiram a marca de 4 milhões de unidades comercializadas. Realiza mais de 100 palestras por ano em Convenções de Empresas. Tem formação em Dinâmica Humana pelo The National Value Center- Texas-EUA, em TQM pelo ASQC American Society for Quality Control-Winsconsin-EUA curso de Desenvolvimento e Gestão Humana pelo The Graves Technology. É presidente da empresa CEAG Desenvolvimento de Talentos e Editora Ltda. É também articulista de aproximadamente 300 revistas, jornais e sites. Uma pessoa de origem humilde que tornou-se um dos Conferencistas mais procurados para os eventos e convenções no Brasil. Site: www.ceag.com.br
 

 



Atender a demanda de mercado é um dos objetivos de cada organização, mas saber que não há como dar a mesma atenção a todos os consumidores, que compõem este mercado e não são da sua empresa, faz com que metas sejam traçadas.
Uma das primeiras coisas que uma organização deve entender é que não atenderá todo o mercado, por não ser uma tarefa fácil e porque este é o maior erro que uma empresa pode cometer, desta forma a empresa pode segmentar um mercado, estudá-lo e ofertar os melhores produtos ou serviços para seu público-alvo.
O público-alvo tem desejos que são atendidos pelas organizações, sua demanda permite que um mercado cresça e se desenvolva continuamente, e as organizações precisam entender melhor quais são os desejos dos clientes, realizando pesquisas e analisando os dados coletados.
Mas ainda assim é interessante estudar não só o cliente, a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos ou serviços é essencial, aprender com os concorrentes é uma forma de desenvolver suas competências e fazer com que o cliente se torne fiel.
Além de conhecer muito bem o mercado é fundamental embasar as estratégias em pesquisas, iniciando o processo através dos custos que serão envolvidos para disponibilizar ao cliente novos produtos, e muitas empresas não se dão conta de que os estudos prévios facilitam todas as ações.
Só que algumas empresas se iludem ao imaginar que atenderão todo o mercado, um sonho que não permite avaliar corretamente o que deve ser feito e que não permite se concentrar em um foco único, porque todos os clientes tem desejos diferentes e sem segmentar o mercado é impossível atendê-lo.
Diante das inúmeras variáveis que cada empresa deve analisar é importante fazer análises dos pontos fortes e fracos, descobrir quais são as oportunidades e ameaças.
Outro ponto importante para estudar e se preparar para lidar é a concorrência, pois todas as ações de cada organização interferem diretamente no desempenho das demais.
A melhor forma de lidar com todas as possibilidades é estudando-as corretamente, mas que consomem tempo e muitas vezes as empresas não o fazem, porque as organizações não sabem planejar, resolvendo todos os seus problemas com o achar.
Assim é possível notar que se não há planejamento os sonhos acabam se transformando em pó, deixando de atender uma pequena fatia de mercado para tentar conquistar todos os consumidores do planeta, porque não conseguem mensurar as suas condições e realizam suas ações com base em feelings.
Mas se você imagina que é possível alguém fazer tudo com feelings deve estar se referindo ao cantor Morris Albert, pois é a única pessoa do planeta que vive de feelings.