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Disposição para aprender

Por Gilclér Regina

22/02/2009

 

O pior de tudo na vida é tentar ganhar o jogo errado. Esforça-se muito e rende-se pouco. Muita gente tem colocado força demais onde não deve e acaba se estrepando.
Antes de Copérnico, astrônomo de século XIV, os homens acreditavam que o Sol girava em torno da Terra. Não foi fácil para a auto-estima do homem aceitar que a Terra era mais um planetinha dentre tantos outros do sistema solar. É o Sol que garante a vida na Terra.
No mundo empresarial não é diferente. Há ainda quem acredite que o sucesso empresarial gira em torno do lucro. O lucro não é o Sol, o cliente é o Sol. Um empresário disse: "Eu também acreditei nisso durante muito tempo. O jogo que eu fazia era muito parecido. Só pensava em redução de custos. Resultado: quebrei".
Um negócio é muito mais que isso. Os diferenciais não estão mais na tecnologia, mas em outros fatores. Vai chegando um ponto que tudo se equipara a qualquer outro concorrente. O desafio é descobrir quais são os detalhes. E isso você só irá descobrir se estiver muito próximo de seus clientes. Talvez, para surpreendê-los, você precise conhecer os clientes dos seus clientes. O lucro é o aplauso recebido do cliente satisfeito.
Nós precisamos oferecer espetáculos inesquecíveis. Nossas equipes precisam subir ao palco, dar um grande show e no final da cena ser ovacionada pelo mercado, que aplaude de pé. Sua empresa, neste momento, estará sendo reconhecida como imbatível.
Muita gente que não tem feito sucesso sabe que ainda são os mesmos e vivem como seus pais. Fecharam os olhos para uma nova forma de negociar, tendo o cliente como o convidado de honra no seu camarote.
Infelizmente muitos não sonham mais, não conseguem imaginar o futuro. A maior parte das oportunidades não pode ser vista de onde você está sentado. É preciso sair da cadeira. Um dirigente de empresa que é escravo da rotina, dificilmente irá fazer sucesso.
Precisamos descobrir que nós não somos limitados pelo mercado, e sim pela falta de imaginação. As pessoas querem fazer quatro ou mais coisas ao mesmo tempo, acabam não colocando paixão em nenhuma delas, perdem o foco e como conseqüência: resultados baixos.
Tanto o empresário como o vendedor sintonizados nos novos tempos precisam buscar motivação e agilidade, mas no esforço para ser diferente. O que o cliente quer é ser surpreendido o tempo todo. Os iguais se pertencem e brigam pelas migalhas!
Como saber se a sua capacidade de competir está ultrapassada? Resposta: quando você não consegue mais surpreender e quando o concorrente está fazendo melhor do que você!
Pense nisso, um forte abraço e esteja com Deus!
 

Gilclér Regina é Consultor, Escritor e Palestrante no Brasil e exterior. autor de livros e CD's que já atingiram a marca de 4 milhões de unidades comercializadas. Realiza mais de 100 palestras por ano em Convenções de Empresas. Tem formação em Dinâmica Humana pelo The National Value Center- Texas-EUA, em TQM pelo ASQC American Society for Quality Control-Winsconsin-EUA curso de Desenvolvimento e Gestão Humana pelo The Graves Technology. É presidente da empresa CEAG Desenvolvimento de Talentos e Editora Ltda. É também articulista de aproximadamente 300 revistas, jornais e sites. Uma pessoa de origem humilde que tornou-se um dos Conferencistas mais procurados para os eventos e convenções no Brasil. Site: www.ceag.com.br

 



Atender a demanda de mercado é um dos objetivos de cada organização, mas saber que não há como dar a mesma atenção a todos os consumidores, que compõem este mercado e não são da sua empresa, faz com que metas sejam traçadas.
Uma das primeiras coisas que uma organização deve entender é que não atenderá todo o mercado, por não ser uma tarefa fácil e porque este é o maior erro que uma empresa pode cometer, desta forma a empresa pode segmentar um mercado, estudá-lo e ofertar os melhores produtos ou serviços para seu público-alvo.
O público-alvo tem desejos que são atendidos pelas organizações, sua demanda permite que um mercado cresça e se desenvolva continuamente, e as organizações precisam entender melhor quais são os desejos dos clientes, realizando pesquisas e analisando os dados coletados.
Mas ainda assim é interessante estudar não só o cliente, a pesquisa e desenvolvimento de novos produtos ou serviços é essencial, aprender com os concorrentes é uma forma de desenvolver suas competências e fazer com que o cliente se torne fiel.
Além de conhecer muito bem o mercado é fundamental embasar as estratégias em pesquisas, iniciando o processo através dos custos que serão envolvidos para disponibilizar ao cliente novos produtos, e muitas empresas não se dão conta de que os estudos prévios facilitam todas as ações.
Só que algumas empresas se iludem ao imaginar que atenderão todo o mercado, um sonho que não permite avaliar corretamente o que deve ser feito e que não permite se concentrar em um foco único, porque todos os clientes tem desejos diferentes e sem segmentar o mercado é impossível atendê-lo.
Diante das inúmeras variáveis que cada empresa deve analisar é importante fazer análises dos pontos fortes e fracos, descobrir quais são as oportunidades e ameaças.
Outro ponto importante para estudar e se preparar para lidar é a concorrência, pois todas as ações de cada organização interferem diretamente no desempenho das demais.
A melhor forma de lidar com todas as possibilidades é estudando-as corretamente, mas que consomem tempo e muitas vezes as empresas não o fazem, porque as organizações não sabem planejar, resolvendo todos os seus problemas com o achar.
Assim é possível notar que se não há planejamento os sonhos acabam se transformando em pó, deixando de atender uma pequena fatia de mercado para tentar conquistar todos os consumidores do planeta, porque não conseguem mensurar as suas condições e realizam suas ações com base em feelings.
Mas se você imagina que é possível alguém fazer tudo com feelings deve estar se referindo ao cantor Morris Albert, pois é a única pessoa do planeta que vive de feelings.