O imediatismo típico de
muitas empresas brasileiras
faz com que seus líderes
fiquem pensando nos efeitos
da chamada crise da economia
e se esquecem de treinar o
seu pessoal. Não atendem
pessoalmente os seus
clientes, não conhecem mais
os seus funcionários e
quando perdem negócios,
culpam o mundo.
Dias destes fui, como
cliente, a um negócio recém
inaugurado. Ótimas
instalações, local
privilegiado, produtos
excelentes, um orgulho para
aquela cidade. Mas, o
atendimento sofrível, de um
pessoal não treinado, que
não sabiam ao certo o que
faziam ali. Ou seja, o
negócio tem tudo para dar
certo, mas se complica
naquilo que não acham o
principal, pois não entendem
que o cliente quer bons
produtos, excelência no
atendimento e isto inclui,
além da rapidez um sorriso
autêntico. E isto só vem com
treinamento e contratação de
pessoas certas para aquele
tipo de trabalho.
O mercado é interessante,
assemelhando-se a uma copa
do mundo. É preciso conhecer
muito bem o seu time e
avaliar com exatidão como
vai o time dos outros, quem
são as estrelas dos
concorrentes, quem está
marcando gol. Acontece que
ao olharmos para dentro do
nosso negócio, existem
pessoas ótimas, marcando
gols e atingindo os
objetivos, mas também
teremos a oportunidade de
vermos pessoas que estão
marcando gols contra, que
acham que o cliente é uma
amolação, pessoas não
comprometidas com a empresa
e o negócio, que acham que
nada vai dar certo. Algo
como comparar águias e
urubus na mesma família. E o
pior é que este urubu faz um
estrago daqueles. Mas o
grande diferencial virá das
empresas que promoverem um
show no relacionamento e
atendimento aos seus
clientes.
Um empresário me disse certa
vez algo sobre uma frase
conhecida: "Enquanto a gente
chora, o pessoal de fora vem
aqui vender lenços para
nós... e tem muita gente que
compra!"
Vai vencer o jogo a empresa
que ajudar o cliente a não
perder tempo. A empresa leve
e fácil de se relacionar se
distinguirá das outras. A
empresa que tiver facilidade
de pagar, entregar,
negociar... prometer e
cumprir, porque senão é
melhor não prometer.
É preciso repensar e
reinventar o seu negócio, o
seu trabalho. É preciso
eliminar os urubus, os
profetas do caos,
plantonistas do mal e pensar
num mundo diferente.
Especialmente nós
brasileiros, que apesar de
todas estas “crises”,
continuamos a dar aulas de
crescimento econômico para o
mundo. Vamos acreditar menos
em notícias negativas e ter
mais entusiasmo. Vamos
treinar mais a nossa equipe,
criando verdadeiros campeões
dentro de empresas campeãs.
O Brasil é um elástico que
não arrebenta nunca. Quem
tiver dúvidas, volte ao
passado e rebusque os
discursos de Rui Barbosa,
aquele mesmo, que ensinava
inglês para os ingleses, e
verá que país é este que
estamos construindo, apesar
de todas as mazelas
políticas, econômicas e
sociais que por aqui sempre
vemos. Imagine este país,
esta pátria nossa e dos
nossos filhos, pensando e
agindo fortes, só em coisas
positivas! Seríamos
imbatíveis!
Pense nisso, um forte abraço
e esteja com Deus!
Gilclér Regina é Consultor, Escritor e Palestrante no Brasil e exterior. autor de livros e CD's que já atingiram a marca de 4 milhões de unidades comercializadas. Realiza mais de 100 palestras por ano em Convenções de Empresas. Tem formação em Dinâmica Humana pelo The National Value Center- Texas-EUA, em TQM pelo ASQC American Society for Quality Control-Winsconsin-EUA curso de Desenvolvimento e Gestão Humana pelo The Graves Technology. É presidente da empresa CEAG Desenvolvimento de Talentos e Editora Ltda. É também articulista de aproximadamente 300 revistas, jornais e sites. Uma pessoa de origem humilde que tornou-se um dos Conferencistas mais procurados para os eventos e convenções no Brasil. Site: www.ceag.com.br

