Por Rafael Mauricio Menshhein
04/06/2007
Criar uma família de
produtos pode ser uma grande solução para uma organização, mas um dos pontos que
mais influencia nesta decisão é o estudo realizado e que permite colocar em
prática a elaboração da família de produtos.
Em certos casos a falta de pesquisa com consumidores pode gerar problemas, pois
apenas atrelar sua marca com “mais um” produto pode não ser o correto a ser
feito.
Mesmo diante das vantagens obtidas ao lançar uma linha de produtos no formato
família, percebe-se que algumas organizações acabam tomando esta iniciativa
porque o concorrente também fez, mas ao mesmo tempo esquece de olhar para a sua
própria organização e enxergar o que foi feito.
Copiar as soluções dos concorrentes pode ser um risco tão alto e desconhecido
que algumas pessoas apenas tendem a correr atrás da concorrência, sem estudar,
planejar, capacitar sua linha de produção ou mesmo entender o que está fazendo.
Todas as organizações que optam por criar uma família de produtos pode ter uma
boa intenção, é possível entender que a concorrência está cada vez mais acirrada
e o mercado exigente, mas descuidar de pontos importantes pode significar o
pior.
Dentre os pontos mais relevantes, podem ser estudados:
A grande concorrência é perceptível em
qualquer setor do mercado, todas as organizações devem estudar continuamente,
aprender sempre e melhorar de forma moderada.
Também existem muitos outros fatores que influenciam nas escolhas das
organizações, e é ao menos razoável que haja uma estrutura bem definida no seu
planejamento, acompanhando constantemente os acontecimentos e deixando em aberto
a opção de melhoria em algum processo.
Criar uma família de produtos só é possível quando o planejamento é sólido e os
estudos de mercado são constantes, as famílias só podem aumentar quando há
capacidade em atender o consumidor adequadamente e todos sabem que cada produto
é um filho para a organização.