A qualidade humana se
reflete diretamente na
excelência e na qualidade
profissional!
Não podemos pensar em termos
de qualidade sem pensarmos
em termos de processos,
sistemas. E todos eles,
ainda que tecnologicamente
gerenciados e aplicados, têm
por base a ação humana,
portanto, estão sujeitos às
suas particularidades,
defeitos e virtudes.
Assim, todo foco em
qualidade deve considerar
prioritariamente o elemento
humano, que elabora,
desenvolve e/ou executa
determinadas funções, todas
vitais, dentro de uma
organização.
A qualidade humana pode ser
tratada em 3 aspectos
básicos sob a ótica do
relacionamento processual:
O nível de qualidade obtido
nos relacionamentos
intrapessoais (o indivíduo
consigo)
O nível de qualidade obtido
nos relacionamentos
interpessoais (o indivíduo
com o outro)
O nível de qualidade obtido
nos relacionamentos
corporativos (o indivíduo
com a empresa como um todo)
Existe uma espécie de tripé
da qualidade relacional,
composto por:
Pessoas
Percepções e
Processos
Qualidade é uma resultante
da equação: pessoas +
percepções + processos
As particularidades das
pessoas: sua personalidade,
caráter, temperamento, seus
antecedentes, compõe um
todo. É do equilíbrio deste
ser integral que depende em
última instância todo o
processo de qualidade. Se
quisermos mais qualidade
teremos que ampliar a
capacitação das pessoas,
ampliar a sua percepção e/ou
aprimorar os processos.
A mudança em uma das
variáveis determinará também
uma alteração nas demais.
Vejamos:
Para alterar a percepção de
uma pessoa temos que
considerar: sua cultura,
crenças, valores e
experiências. Se lhe
fornecermos uma experiência
altamente significativa,
esta experiência (uma vez
vivida) alterará as opiniões
que ela tinha a priori
(incluindo preconceitos) com
respeito a uma determinada
atividade, pessoa ou
processo.
Uma coisa é o conceito,
outra é a experiência. E
isto é fundamental!
É freqüente a queixa de
gerentes e supervisores de
que as equipes e/ou
funcionários não fazem
exatamente o que deveria ser
feito ou, o que se esperava
que fizessem. onde está o
problema?
Conceito apresentado não é o
mesmo que conceito
vivenciado: se não criarmos
mecanismos para
interiorização de um
conceito como parte da
cultura de um indivíduo, ele
o reconhecerá, mas, não o
aplicará!
Mudando sua percepção, a
relação deste profissional
com as demais pessoas que
compõe seu universo de
trabalho se altera e o mesmo
acontece na sua relação com
os processos.
É fácil entender isto:
observe as campanhas de
prevenção de acidentes e
doenças!
Tratar teoricamente de
acidentes de trânsito não
reduz significativamente
estatísticas de acidentes ?
afinal, onde está a
experiência? Quem já passou
por um acidente, este sim,
compreenderá melhor a
situação e buscará de
maneira efetiva evitar que o
mesmo lhe ocorra outra vez.
Eis a experiência.
Para mudar as percepções de
uma pessoa e alinhá-la para
a ótica da qualidade é
preciso proporcionar-lhe
experiências, colocá-la em
contato com fatos e
situações reais.
De igual maneira se você
apresenta um novo processo
para alguém. A tendência
será quase sempre a da
manutenção do processo
antigo, já conhecido. Ele
não gera ansiedade, nem
esforço de novo aprendizado.
Então, quando o novo nos
interessa?
Quando experimentamos e
notamos que ele nos dá mais
prazer, facilita nosso
trabalho, que o custo do
esforço do novo aprendizado
é bem menor que os esforços
que o novo processo nos
traz.
Se não formos capazes de
fazer com que o indivíduo
vivencie isto, não poderemos
motivá-lo a tentar!
A interação entre as pessoas
não é diferente:
Um gerente, um supervisor,
tem que conhecer a função
dos seus subordinados, a
ponto de realizá-las tão bem
ou melhor do que eles, assim
contará com o poder da
experiência e a força do
exemplo!
Quanto mais um indivíduo
expande seus horizontes,
incorpora novos
conhecimentos e trabalha
seus conflitos, melhor será
o resultado do seu trabalho
e de suas interações. Todo
trabalho pode ser melhorado.
Trabalhar o ser humano de
uma maneira integral é o
caminho para ampliar os
níveis de Qualidade em todos
os setores da vida.
Utilize:
A força do argumento (o
poder da verdade)
O poder do exemplo (mostre
que é possível e como é
possível)
Transforme conceitos em
experiências (promova o
encontro da teoria com a
realidade)
Ajude as pessoas a serem
felizes. Colabore com a vida
pessoal delas.
Elas lhe responderão com
mais, muito mais QUALIDADE.
Carlos
Hilsdorf
Considerado pelo mercado
empresarial um dos melhores
palestrantes do Brasil.
Economista, Pós-Graduado em
Marketing pela FGV,
consultor e pesquisador do
comportamento humano.
Palestrante do Congresso
Mundial de Administração
(Alemanha) e do Fórum
Internacional de
Administração (México).
Autor do best seller
Atitudes Vencedoras,
apontado como uma das 5
melhores obras do gênero.
Presença constante nos
principais Congressos e
Fóruns de Administração, RH,
Liderança, Marketing e
Vendas do país e da América
Latina. Referência nacional
em desenvolvimento humano.
www.carloshilsdorf.com.br

