Estamos vivendo a época das
maiores transformações da
história da humanidade. Sem
dúvida alguma, nunca o ser
humano passou por um período
de tantas mudanças a ponto
de às vezes ter dificuldade
em se adaptar às
circunstâncias.
Vejamos apenas a tecnologia
da informação e sua
evolução. Os computadores
são cada vez menores e
potentes. A miniaturização
está atingindo todos os
produtos e cada vez mais
teremos as verdadeiras
maravilhas da tecnologia.
O fax veio revolucionar a
tecnologia de comunicação e
já virou "dinossaurofax" e a
Internet foi a verdadeira
bomba atômica digital. E o
que dizer sobre o celular,
com câmera digital,
colorido, mini computador e
tantos outros recursos? O
mundo parece estar muito
menor do que anos atrás. A
verdade é que não
conseguimos sequer prever o
que poderá ocorrer de
progressos científicos e
tecnológicos nos próximos
anos.
O passo da mudança é tão
violento e rápido que muitos
de nós começamos a sentir
verdadeira ansiedade ao não
conseguirmos acompanhar tudo
o que vem ocorrendo. Não há
como nos mantermos
atualizados nesse mundo
maluco. Aí começamos a
sentir um certo desânimo e
uma sensação de
obsolescência e mesmo de
fossilização.
Hoje tudo é rápido e
precisamos de respostas
rápidas. Busco sempre a
inspiração num pequeno
registro da história: O
primeiro-ministro britânico
Winston Churchill discursava
no Parlamento Britânico,
quando a deputada Nancy
Astor, que era sua ferrenha
adversária política e que
odiava o Ministro,
levantou-se e interrompeu o
discurso, furiosa: “Winston,
se você fosse meu marido, eu
colocaria veneno no seu
café!”. Churchill nem
pestanejou e respondeu de
imediato: “Senhora, se eu
fosse seu marido, eu tomaria
o café!”. Não pode haver
amizade onde há
desconfiança, deslealdade,
injustiça. Os maus, quando
se reúnem, não são amigos,
são cúmplices. A rapidez
deve vir acompanhada com o
bom sentimento de buscar o
aprendizado com alegria.
Precisamos reencontrar os
motivos para viver, para
vencer os desafios, para
encarar o mundo de frente,
para querer se manter
atualizado, e para tanto,
precisamos dominar qualquer
sentimento de desânimo,
qualquer sentimento que nos
faça desistir das coisas,
que nos faça não querer
“fazer”.
Existem pessoas que não
sabem e não perguntam.
Existem pessoas que sabem e
não ensinam e pessoas que
ensinam e não fazem. Ninguém
tem o direito de ensinar
aquilo que não sabe fazer,
ou seja, o sucesso é de quem
faz.
Acima de todo o conhecimento
do mundo está a motivação
para fazermos um mundo
melhor. Quem tem a
informação sabe das coisas.
Quem tem o conhecimento faz
as coisas e já é um grande
sucesso, mas quem tem
motivação sabe, faz e
encanta com aquilo que faz.
Este sim, faz a diferença.
Portanto, mão à obra.
Desculpem, cérebros e
coração à obra.
Pense nisso, um forte abraço
e esteja com Deus!
Gilclér Regina é Consultor, Escritor e Palestrante no Brasil e exterior. autor de livros e CD's que já atingiram a marca de 4 milhões de unidades comercializadas. Realiza mais de 100 palestras por ano em Convenções de Empresas. Tem formação em Dinâmica Humana pelo The National Value Center- Texas-EUA, em TQM pelo ASQC American Society for Quality Control-Winsconsin-EUA curso de Desenvolvimento e Gestão Humana pelo The Graves Technology. É presidente da empresa CEAG Desenvolvimento de Talentos e Editora Ltda. É também articulista de aproximadamente 300 revistas, jornais e sites. Uma pessoa de origem humilde que tornou-se um dos Conferencistas mais procurados para os eventos e convenções no Brasil. Site: www.ceag.com.br

