Carreira, Gestão e Competência - como manter atualizado o CGC do seu futuro
Por Werner Kugelmeier
20/01/2012
Cada vez mais, as empresas percebem a importância de
revisar os seus modelos de Gestão Empresarial. Partindo de empresas de
“classe mundial”, é possível avaliar a aplicabilidade das novas práticas e
garantir o crescimento e expansão, de forma rentável e sustentável.
A Administração Japonesa revolucionou o modo de gerenciar uma empresa,
através de práticas de rigor oriental como: Qualidade Total do processo (!)
de produção (não do produto final); Círculos de Controle de Qualidade, que
buscam soluções criativas para os problemas; Just in Time, que abastece a
linha de produção no momento certo.
A competição “sem fronteiras” fez com que as empresas ocidentais seguissem
com a implementação da “Gestão Participativa” e da “Gestão Empreendedora”,
ambas com seu foco no envolvimento do fator humano.
A Gestão Participativa incentiva a participação de todos na gestão da
empresa, obtendo assim um comprometimento elevado com os resultados. O
excesso de “participação de todos” implica no risco de assembléia geral
permanente; uma dosagem certa evidencia a “empresa como um ser vivo”.
Na Gestão Empresarial empreendedora nascem propulsores de carreira
individual e corporativa - partindo da premissa de que a organização é um
ser vivo, composto de seus colaboradores – tais como: (1) a figura do
Intra-empreendedor Intrapreneur, o profissional “empresário”, que busca
inovação e resultado; (2) “centros pensantes” espalhados por toda a
organização, que desenvolvem novos negócios e (3) Unidades de Negócios, que
geram resultados com autonomia (profit centers).
Para criar espaço e condições que facilitam a carreira, a Gestão Empresarial
exige foco no negócio central (core business), na estrutura organizacional
enxuta e na automação dos processos operacionais. Tudo embasado na gestão de
talentos e líderes que, com sua postura vencedora, impactam
significativamente nos negócios e que provam inteligência situacional
através de equilíbrio mental, físico, emotivo e espiritual, fatores
decisivos para suceder em situação de conflito e/ou de estresse.
Para embasar este espaço, uma Gestão Empresarial consistente deve se apoiar
na competência de alinhar dados, informação e conhecimento; é proibitivo
precisar constatar: “estamos ricos em informação e pobre em conhecimento”.
Os dados são a matéria-prima para criar informação, a informação é o fluxo
de mensagens para construir conhecimento e o conhecimento refere-se a
articulações de pessoas, que aplicam os seus conhecimentos individuais; é
assim que a organização faz o que ela sabe, através da competência do
profissional que sabe trabalhar para gerar soluções.
O Capital Intelectual, com sua capacidade de “fazer mais, melhor, com menos”
e o Capital Digital, com sua capacidade de disseminar o saber fazer,
dinamizam a Aprendizagem Organizacional.
As pessoas expandem sua capacidade de gerar resultados e desenvolvem
maneiras novas de pensar. Cria-se a organização que aprende com seus casos
de sucesso — e de fracasso também (!).
A Gestão Empresarial inteligente pergunta: como ganhar dinheiro com aquilo
que conhecemos? A Educação Corporativa responde com dicas como: (1) Capte
sinais das mais diferentes fontes; (2) transforme a informação em
conhecimento; (3) use-o como suporte para a tomada de decisão, que, por sua
vez, implica em impulsos para a inovação contínua, p.ex, e-learning ou do
Ensino à Distância — EAD, que permite treinar mais pessoas com maior
economia — o learning tour do futuro.
Por que não aprender a repensar, aprender a compartilhar e aprender a
integrar Carreira, Gestão e Competência, o “CGC” do futuro? Boa decolagem
para todos!
Werner Kugelmeier é Diretor da WK PRISMA - EDUCAÇÃO CORPORATIVA MODULAR,
Empresa de Treinamentos Empresariais, de Campinas – SP,
www.wkprisma.com.br, Autor do Livro “PRISMA – girando a pirâmide
corporativa”, wkprisma@wkprisma.com.br - (19) 3296 4341/ 3256 8534