O Empreendedor e a Criatividade - Um Casamento Perfeito
Por Maria Inês Felippe
22/01/2012
Olá! Vou compartilhar com vocês um pouquinho de uma experiência que
tenho empregado em meus treinamentos, Brasil afora, e que pelos
resultados apresentados tem me proporcionado grandes momentos de
reflexão, satisfação e resultados.
As características do cérebro empreendedor e vencedor são diferentes das
demais pessoas. O cérebro determina o comportamento, portanto, as
pessoas empreendedoras e vencedoras pensam de forma diferente e atuam no
mundo de forma distinta. São perceptivas, identificam oportunidades de
negócios, criam estratégias e não se abatem diante da dificuldade. O
mesmo vale para pessoas que possuem perfil para liderança. São pessoas
que pensam diferente e agem de maneira diferenciada.
Agora, você também sabe que o que diferencia uma empresa da outra do
mesmo ramo não é somente a distribuição, preço e qualidade, mas sim a
inovação é que vai encantar o cliente e quando é surpreendido com novos
produtos, serviços e argumento de venda diferenciado, retorna e
recomenda.
Pois é isso é uma conduta que exige mudança de pensamento e de hábito. E
exercitar este pensamento é simples. Para isso é preciso pensar sempre
nas perguntas e buscar respostas.
- Como poderei agregar valor às atividades que executo?
- Como poderei agregar valor ao negócio da empresa?
- Que outros produtos ou serviços posso criar a partir do que já existe?
As melhores formas para se chegar à condição de empreender e criar eu
digo que, em primeiro lugar, é necessário fazer um diagnóstico para
reconhecer qual a forma de pensar e agir diante do mundo que essa pessoa
tem e também para ver se ela possui potencial para ser desenvolvido por
meio de treinamentos e afins; em segundo lugar, é preciso fazer um
trabalho de auto-estima, reconhecimento pessoal, percepção e mudança da
forma de pensar (se for necessário mudar a forma de pensamento).
Agora... nem todas as pessoas são empreendedoras. Há perfis psicológicos
que apresentam fortes resultados em contexto que não envolve ousadia,
risco e pouca rotina.
Tudo começa na nossa mente. O desenvolvimento das práticas e estudo da
inovação novamente converge na forma de pensamento. Tudo aponta para a
Lei do Uso e Desuso. Se não uso, atrofio. Com o cérebro é a mesma coisa.
Quando vamos à academia de ginástica, e estamos há muito tempo sem nos
exercitarmos, sentimos dores e, por vezes, desistimos dos exercícios.
Com o cérebro acontece a mesma coisa. Se não o estimulamos, ele atrofia
e, quando precisamos dele, sentimos dores de cabeça, etc.
Por outro lado, quando utilizamos e aumentamos a sua capacidade, melhor
ele fica e mais descobertas nós temos. Conseqüentemente nos sentimos
melhor.
A ginástica cerebral consiste em exercícios para não deixar o cérebro
atrofiar, para elevar a nossa capacidade para lidar com as
responsabilidades e os desafios do cotidiano e conseguir ter diferentes
percepções das coisas. Tudo isso ajuda a chegar lá.
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