Inteligência Emocional
Por Carlos Alberto Moura Filho
30/06/2011
Um assunto pouco abordado, de pouco conhecimento da grande maioria das
pessoas, porém de grande importância nos relacionamentos pessoais e
profissionais.
É muito confortável, uma pessoa chegar e resolver um problema de matemática
financeira, álgebra e outros assuntos que exigem uma extrema capacidade
intelectual, mais, no entanto, não se trata somente de uma inteligência
lógico-matemática, linguística, ou até mesmo, a inteligência prática e
espiritual.
Estamos falando de uma inteligência interna, de auto-conhecimento e
auto-domínio de nossa mente. Onde conseguimos lidar positivamente, com todas
as sensações, sentimentos, percepções, aspirações, decepções, entre outras.
Um busca constante de ‘’se’’ entender e ‘’entender’’ aos outros que fazem
parte de nossas relações pessoais e profissionais. Quando nos entendemos
perfeitamente e sabemos entender os outros, conseguimos um resultado muito
positivo e amigável em nossas relações. Com tudo, não basta ser
‘’naturalmente’’ inteligente e sim, um auto-treinamento para vida toda.
Alguns estudiosos da área, afirmam que, para se medir a inteligência de uma
pessoa, não se faz com problemas matemáticos e sim com o alto nível
intelectual, na resolução de problemas no trabalho, na vida pessoal, com
amigos e todas as vertentes de nossa vida social. Há estudos que comprovam,
os altos cargos e salários pagos à profissionais com alto nível de
inteligência emocional. Exercite-se.
Carlos Alberto Moura Filho é Pós-graduado em Marketing pela FGV