Chuvas, a calamidade esperada
Por Thiago Luiz
Colisse Brasil
13/01/2012
Os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo, foram
castigados por fortes chuvas inundações e desmoronamentos, estão em situação
de calamidade.
O governo federal liberou R$ 75 milhões para ações emergenciais nos estados
e serão repassados aos governos estaduais e municipais para serem usados em
despesas com alimentos, abrigos e combustíveis, Enviaram oito mil cestas
básicas, 15 toneladas de medicamentos e 300 barracas, os financiamentos
concedidos pelo estado do Rio de Janeiro a produtores rurais de regiões em
situação de emergência terão os contratos prorrogados por 180 dias,
antecipou o pagamento para os moradores dos municípios em situação de
calamidade, dos benefícios da Bolsa Família, além da liberação de saques do
FGTS para reconstrução de residências.
É impossível prever os chamados fenômenos naturais, mas será que é
impossível se preparar para estes eventos? Ou será que é mais fácil gastar
verbas públicas com obras de reconstrução, recuperação de estradas e prédios
públicos? É o inicio da indústria das chuvas.
A intervenção do homem na natureza, mau planejamento das obras e a falta de
fiscalizações nas construções, agravam ainda mais os problemas e são os
catalisadores dos desastres que presenciamos todos os anos.
Imploramos por soluções definitivas, estudos hidrológicos profundos das
regiões construídas, aquisição de radares meteorológicos, remoção de
famílias de áreas de riscos e até projetos de engenharia adequados e
compatíveis com a topografia das regiões, para garantir segurança e
tranqüilidade de toda a população e não presenciar novamente o ano que vem
às mesmas manchetes nos jornais.
Thiago Luiz Colisse Brasil, Pós graduando em Engenharia Logística pela
Faccamp, trabalhou em empresas como Casas Bahia e Expresso Jundiaí na área
logística.
thiagocolisse@hotmail.com