Romaneio

Por Sergio Lopes de Souza Junior

05/10/2009




Romaneio é o procedimento utilizado entre matrizes e filiais para a transferência de insumos, mercadorias ou produtos que constam em estoque.

Também podemos definir como: documento que informa como o produto está organizado (embalado) em relação aos volumes. Ou seja, diz em que volume encontra-se determinado produto, ou ainda, o conteúdo de determinado Volume.

Para definir um plano de corte em chapas metálicas, é preciso determinar a organização das peças de acordo com o seu tamanho e posição, este processo é chamado de "romaneio de chapas".

Algumas empresas utilizam o termo "romaneio" também para definir um carregamento de mercadorias para serem entregues em uma determinada rota a um ou mais receptores (clientes) dentro ou fora da cidade em que está estabelecida, fazendo um tipo de listagem detalhada dos produtos que serão aplicados a essa entrega. Nesse caso é gerado um documento em que constam todos os produtos com seus dados respectivos tais como como: quantidade, preço, peso entre outros. Com esse documento pode ser facilitada a prevenção contra erros na entrega das mercadorias ou até mesmo pode ajudar a previnir furtos ou roubos de cargas. Esse procedimento não é muito diferente de uma transferência entre matrizes e filiais e é caracterizado da mesma forma, mas na maioria das vezes e na prática as empresas de pequeno porte tratam o romaneio simplesmente como um documento ou procedimento de controle.

Para minimizar custos, o romaneio pode ser gerado através de técnicas de pesquisa operacional/ Programação Linear.

Na prestação de serviços as organizações utilizam o termo "romaneio" de nota fiscal de prestação de serviços para demonstrar a distribuição dos serviços prestados para mais de um município, prestação esta acobertada por uma determinada nota fiscal, muito útil para a fiscalização dos municípios quanto a determinação da base de cálculo do ISS e para se evitar a invasão de competências tributárias entre municípios.

1. Introdução
Hoje em dia, quem não quer ter a comodidade de receber em sua própria casa ou escritório alguma coisa que você necessite, porém, não pode ir até a loja comprar?

As delivery’s estão ai para ajudar-nos a ter, a tempo e a hora o que precisamos, só que para isso, essas empresas precisam ser cada vez mais ágeis com baixo custo e com uma logística de entrega muito bem definida para que todos os clientes sejam atendidos com qualidade e rapidez.

O objetivo desse artigo é relatar passo a passo como que um projeto de automação comercial ajudou uma cadeia de drogarias, que tem uma forte atuação em delivery, a reduzir custos, ter agilidade e principalmente, encantar o cliente.

2. O cenário antes do projeto de automação
No ano de 2001, tínhamos uma equipe de 15 pessoas que trabalhavam na Farmácia (3 anos depois mudou o nome para Logística), setor onde são processados todos os pedidos capitados através do call Center. Esses pedidos, para iniciar o processo, eram impressos em duas impressoras a lazer de alto desempenho na ordem cronológica de gravação. Precisava de uma pessoa para pegar cada uma dessas folhas e analisar e priorizar cada um desses pedidos.

Logo em seguida, cada um desses pedidos eram digitados, novamente, para emitir o cupom fiscal, para só então passar para a equipe de separação. A equipe de separação por sua vez, fazia o trivial, separavam os medicamentos para depois passar para a equipe de conferência que se davam o trabalho de pedido a pedido, conferir o que a equipe de separação fez e colocar, conforme o endereço do cliente, nas rotas aos quais se destinavam.

Finalizado o processo de impressão, separação e conferência, passamos para a equipe de “rotas” que precisavam digitar pedido a pedido em “romaneios”, (agrupamento de pedidos em uma determinada rota de entrega) para só assim serem distribuídos entre os motoqueiros para realizarem as entregas aos clientes.

Para finalizar todo o processo, quando os motoqueiros voltavam das rotas, faziam os acertos com a equipe do financeiro que conferiam todas as entregas feitas a partir do “romaneio” do motoqueiro e tinham que novamente digitar, pedido a pedido, para poder realizar as baixas de pagamento.

3. A idéia
Vendo todo esse cenário imaginamos como melhorar esses processos para que pudéssemos ganhar em agilidade na separação, reduzir custos e até mesmo, diminuir o tempo gasto para se processar um único pedido. Foi quando surgiu a idéia de trabalhar com automação, mas como fazê-lo?

Sergio Lopes de Souza Junior é Especialista em projetos EPC e automação de projetos de engenharia. Administrador de CAD/CAE Administrador de Sistemas de Materiais Oracle Certified OCA OCP Oracle BI Microsoft MCSE Consultor Técnico http://sites.google.com/site/engenhariaprojetoseconstrucao/ oracle.dba.consulting@gmail.com




 

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